Hinode – 1

Hospital do Fundão recebe emenda de R$ 500 mil

Por Edir Lima

Foto: Divulgação

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Quando o especialista em Cirurgia buco-maxilo-facial, Bruno Chagas, tomou conhecimento das condições precárias do setor de Puericultura e Pediatria do Hospital do Fundão, não pensou duas vezes. O comunicado chegou através de funcionários do setor, justamente quem vive o dia a dia e acompanha de perto a falta de estrutura para a média de atendimento de 500 pacientes por dia.

“Depois de uma inspeção, percebi a necessidade de fazer minha parte. Foi quando levei ao conhecimento do deputado federal Roberto Sales , que logo se prontificou em visitar a unidade e liberar a emenda de R$ 500 mil para compra de novos equipamentos. A vitória não foi minha. Foi de pacientes carentes que dependem muito desse atendimento”, ressaltou o Dr. Bruno Chagas.

Ao tomar ciência da demanda, o deputado federal Roberto Sales, que tem a Saúde como uma de suas principais bandeiras, priorizou a solicitação.

“É uma honra atender o pedido do Dr. Bruno Chagas. Além do compromisso que temos com a saúde, nosso dever como parlamentar é buscar recursos que venham contribuir com as unidades de saúde e os diversos hospitais espalhados pelo Estado”, destacou Roberto Sales.

O setor de Puericultura e Pediatria possui 76 leitos normais, 10 leitos de UTI para pacientes neonatais cirúrgicos e pediátricos e 54 leitos de pediatria clínica. A unidade é referência exclusiva em oncologia pediátrica. Segundo o diretor Bruno Leite, eles atingem 80%  de sucesso na cura da Leucemia. Do diagnóstico ao tratamento, levam apenas dois dias.

“A minha relação com o hospital não é direta, pois não trabalho lá, porém faço parte de um grupo que promove mutirões de saúde por todo o Rio de Janeiro. Felizmente, a saúde é uma das bandeiras do deputado Roberto Sales, que teve sensibilidade para atender e criar essa emenda para o Hospital. Essa iniciativa com a Saúde deveria ser praticada por todos os parlamentares. O Hospital do Fundão, assim como outros, encontra-se num estado crítico e limitado”, observa Bruno Chagas, que é membro do Centro de Deformidades da Face do Rio de Janeiro.

 

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