Alecs – 1

Festa da Croácia e desespero argentino no oitavo dia de Copa do Mundo

Por Agência Brasil

Messi teve atuação apagada contra a Croácia. Foto: Reprodução

Messi teve atuação apagada contra a Croácia. Foto: Reprodução

A quinta-feira foi da França e, principalmente, da Croácia. Franceses não encantaram, mas souberam vencer o Peru e garantir a classificação no grupo C. Pelo grupo D, a Croácia atropelou a Argentina e também se garantiu na próxima fase. A outra partida do dia prometia ser a mais morna entre as três, e foi. Dinamarca e Austrália empataram em 1 a 1.

No oitavo dia da Copa, um tango muito triste embalou a cidade de Nizhny Novgorod. Argentinos lotaram o estádio, fizeram muito barulho, mas saíram à beira da depressão após uma derrota arrasadora. Ainda há esperança, porém, de uma classificação. Mas para que isso ocorra, a Argentina precisa torcer por uma combinação de resultados e jogar muito mais.
Argentina 0 x 3 Croácia

A Argentina que se classificou no sufoco para a Copa do Mundo não mudou nada. Um time desorganizado, perdido e inofensivo foi para a Rússia e ainda não venceu. Empatou com a Islândia e não resistiu ao adversário mais forte do grupo. Já a Croácia teve a frieza de explorar o desespero argentino, endureceu o jogo e saiu vitoriosa.

Apesar das boas atuações de Modric e Raktic, fundamentais para a vitória, a Croácia contou com um erro fatal do goleiro argentino Caballero. Ele errou na devolução da bola ao zagueiro e a entregou para Rebic abrir o placar. Mas o fracasso do time até agora não pode ser atribuído somente ao goleiro. O ataque tem feito muito pouco para merecer sucesso nesta Copa. O único gol do time no torneio até o momento foi de Agüero, contra a Islândia, no início da partida. Depois disso, foram cerca de 160 minutos sem marcar gols na Copa do Mundo.

E alguns podem perguntar: e o Messi? Talvez ele dê a resposta contra a Nigéria, na última rodada. Porque até agora, nada.

Do outro lado, a Croácia se mostrou um time inteligente e eficiente. Alguns de seus jogadores, como Rebic e Mandzukic, se encarregaram se rivalizar com os argentinos no jogo duro, de faltas e pequenas agressões nas disputas de bola. A aparente irritação desses jogadores se mostrou ser mais estratégica do que legítima. Enquanto isso, os albicelestes estavam genuinamente irritados em campo, jogavam cada vez menos e reclamavam cada vez mais.

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