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As mídias sociais têm a maior população do mundo; Como está a sua presença digital?

Por Caetano Tavares

“O progresso é impossível sem mudança, e aqueles que não conseguem mudar suas mentes não conseguem mudar nada." (George Bernard Shaw)

Gerações conectadas pelo progresso. Presença digital em Myanmar.

Talvez você seja um profissional ou um simples usuário da internet que cada vez mais escuta cobranças do tipo “por que não faz a sua Fan Page? Não acha que está perdendo dinheiro por não investir em Marketing Digital? Nossa, quanta resistência às mudanças do mundo!” Muitas são as incertezas acerca desse assunto que trazem dúvidas sobre estar ou não na internet. Esse artigo traz mais uma variável a ser ponderada:

Devo ou não construir uma presença digital?

Nada temo em responder: a construção e condução de sua presença digital é um programa estratégico, seja você um profissional liberal, empreendedor ou, mesmo, um usuário que hoje, ainda, não tem maiores pretensões. Siga a leitura e compreenda o meu ponto de vista.

Quase ao final da Segunda Guerra Mundial, em 1944, George Bernard Shaw, dramaturgo e romancista irlandês – prêmio Nobel de literatura em 1925 – provocou o mundo ao citar que “o progresso é impossível sem mudança, e aqueles que não conseguem mudar suas mentes não conseguem mudar nada”.

Talvez seja válido resgatar o pensamento de Shaw neste início de século 21 e partir para uma remodelagem de nossa atuação profissional ou pessoal. É importante observar que, dentre as mudanças para o momento que vivemos hoje, as pessoas (84% do universo pesquisado pelo Fórum Econômico Mundial) esperam que 80% da população do mundo tenha presença digital na internet até 2025. Impossível? Vejamos.

Por volta da metade da primeira década do Terceiro Milênio, ter uma presença digital era algo parecido com ter um celular ou um endereço de e-mail ou, ainda, ter uma conta no Orkut ou página no MySpace. Ao final dela, o Facebook e o Twitter já anunciavam mudanças no comportamento dos usuários e começavam uma verdadeira revolução na forma com que as organizações se relacionavam – e hoje se relacionam – com seu público. De tal forma que, nos nossos dias, o resultado dessa evolução leva a interações digitais e vestígios que as pessoas deixam nas plataformas e, assim, comprovam que elas estão, de alguma maneira, atuando digitalmente. Mas a cada dia, dezenas de milhares de pessoas se dão conta de que está cada vez mais difícil separar a vida digital da vida não virtual. E as pessoas começam a encurtar ainda mais as distâncias e aumentar a abrangência de sua própria presença no mundo.

É assim que, dia a dia, as mídias sociais vêm se transformando em verdadeiros contingentes que se relacionam, compram, vendem, trabalham em uma velocidade de entrega inimaginável em um passado recente. Apenas como referência, considere que três dos mais populares recursos de mídia digital no Brasil fossem países. Imagine, também, se fossem estados brasileiros. Como essa mudança estaria refletida em nossos livros de geografia? Veja a figura.

Quadro de usuários ativos de recursos de mídia social em comparação com as populações de países e de estados brasileiros.

Quadro de usuários ativos de recursos de mídia social em comparação com as populações de países e de estados brasileiros.

Como você pode constatar, o Facebook e o WhatsApp “são” as maiores populações do mundo e o Instagram representa mais do que as populações dos Estados Unidos da América e da Indonésia, juntas. Não é diferente a relação quando se faz uma análise no Brasil, isto é, existe uma população nas mídias sociais maior do que, por exemplo, na região sudeste do Brasil.

Na minha empresa de consultoria, a 21DMKT (http://21dmkt.com.br), nós mostramos aos nossos clientes que ter uma presença digital é um investimento relativamente barato para atingir um mercado tão aberto e pronto para ser encontrado. Aconselhamos cada um a conhecer profundamente a sua modelagem de atuação profissional ou pessoal, assim como fazemos com as empresas que nos contratam. Defendemos isso porque constatamos resultados e acreditamos que, com planejamento sério, ação assertiva e método, uma presença digital bem elaborada faz a diferença na vida das pessoas e seus negócios.

Esteja onde estiver, sua presença digital manterá você conectado com o mundo, sua família, amigos e clientes.

O mundo digital é uma realidade. Cada vez mais não dá para separar o mundo físico do virtual.

Enfim, se ontem meu mundo mensurável era o fisicamente atingível ou acessível em grandes bibliotecas, rádio, TV, cinema, etc, hoje basta um pequeno dispositivo móvel, de bolso, uma conexão na internet e nossa viagem torna-se quase infinita. O ser humano já está trabalhando para expandir a sua mente através de um minúsculo chip implantável no seu cérebro e – voilà – o seu conhecimento estará lá, assim como a sua presença digital, em tempo real, na nuvem – onde está armazenado o de Albert Einstein, Nikola Tesla e praticamente todos os outros.

Continuando assim, não é preciso ser visionário para dizer que, em pouco tempo, bastará escanear com os olhos uma senha em um teclado só visto em um weareble glasses e tocar em um teclado projetado diante de si e a solução do Teorema de Fermat – considerado o problema matemático mais difícil do mundo – virá da base de conhecimento de Andrew Wiles (o cientista britânico), por download, direto para a mente do felizardo. Isso é “Matrix na veia”.

Uma pergunta: você já construiu a sua presença digital? Quer compartilhar sua experiência? Aproveite os comentários abaixo e conte para nós. Se preferir, mande por e-mail: caetano.tavares@folharj.com.br

Até o próximo artigo!

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