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Quem é o seu eu autêntico?

Por Aline Saramago

Foto: Divulgação

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Desde crianças, somos bombardeados pela dinâmica da nossa família e é importante, em algum momento, na adolescência, rompermos com os nossos cuidadores, no sentido de buscar a nossa autenticidade. Isso porque podemos ser muito influenciados por essa relação e isso pode atrapalhar o desenvolvimento da nossa autonomia, autorresponsabilidade e, consequentemente, da nossa carreira e relacionamentos.

No entanto, isso não significa simplesmente romper com esse nosso primeiro relacionamento, significa acolher essas relações com gratidão e saber colocar os limites necessários para tomarmos nossas próprias escolhas, sem que para isso se dependa de autorização ou aprovação.

Aí pode ser que você me diga que não importa mais tanto a opinião dos seus pais ou cuidadores, mas sim do companheiro ou companheira, dos amigos ou colegas de trabalho ou, ainda, outras pessoas. E isso é muito comum. No fundo no fundo, você não desenvolveu aquela autonomia e responsabilidade por si próprio que citei lá em cima, apenas as transferiu para os outros.

E isso pode estar limitando a sua vida, na medida em que você não está sendo autêntico, mas sim, dependente de uma ou mais pessoas, que acabam por contribuir para o seu sofrimento. Calma! Não culpe as pessoas, nem a si próprio. Na realidade, o que acontece é que você não se conhece muito bem, a ponto de tomar as melhores decisões para você.

Embora não seja tão difundido ainda na nossa sociedade, há métodos para desenvolver autonomia, resolver conflitos e tomar melhores decisões. Atualmente ajudo jovens e adultos a descobrirem a sua essência e então, obterem resultados que desejam. Você pode estar achando esse papo meio psicológico ou pode estar se perguntando: ela é mais uma coach?

Concordo que hoje em dia há cada vez mais pessoas se tornando coaches (e psicólogos também) e que por um lado isso pode parecer modismo ou até mesmo algo surreal. Como pode uma pessoa me ajudar em 10 sessões? Ou mesmo, psicologia não é coisa de gente estra ou maluca? Como algo com que sofro há mais de anos e que não consegui resolver nem com muita terapia pode ser resolvido?

Ocorre que terapia não visa necessariamente um objetivo, mas sim, a elaboração da situação vivida, a reflexão sobre o que acontece. E isso ajuda muitas pessoas. Para muitos é o suficiente. Mas se você não conhece alguns casos de pessoas que foram ajudadas por psicólogos que utilizam ferramentas de coaching em seu trabalho e que não fizeram apenas um “cursinho de fim de semana”, mas sim, diversos cursos, imersões e formações, além de terem passado por processos de coaching e terapia para resolverem suas próprias questões, eu compreendo o porquê do estranhamento.

Realmente é preciso coragem para conhecer uma forma diferente de ver o problema e resolvê-lo, assim como querer retomar o contato com você mesmo. Mas é possível. E no fundo no fundo, você sabe disso. Você sabe também que já foi autêntico e que essa pessoa está aí dentro de você e só precisa ser redescoberta, acordada, provocada.

Talvez você tenha tentado diversos meios para tentar prever o seu futuro ou trabalhar sua autoestima e questões emocionais, ou conheça pessoas que já buscaram de tudo, mas mesmo assim sentiam que faltava algo em suas vidas, seus relacionamentos ou na sua carreira. Quem sabe a solução não está ao seu alcance? Experimente. Entre em contato.

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