Hinode – 1

Escolha ou destino?

Por Simone Rabello

Escolha ou destino?

Escolha ou destino?

Quando a gente escolhe? Quando é o destino? Quando ficamos mais felizes? Quando acreditamos que é o resultado de nossas escolhas ou quando acreditamos que é a mão do destino deitando carinhosamente em nossas costas seus carinhos e caprichos? Será que um dia saberemos o que foi obra do destino e o que foi obra das nossas escolhas? Será que podemos ou poderemos saber? O quanto de você pode se revelar quando você acredita no destino e o que de você se revela quando acredita na escolha?

Vivemos um momento especialíssimo em que duas tendências de pensamento, aparentemente contraditórias, coexistem sem tentar se anular e muitas vezes se completam em nossa forma de ser e viver. Não há uma receita ou uma fórmula que nos permita calcular onde os “agentes do destino” “trabalham tecendo sua teia e suas tramas”. Quando tudo desemboca num determinado momento, após uma sequência laboriosa de eventos é muito pouco provável que consigamos distinguir entre o trabalho do destino e as nossas escolhas e suas consequências, uma após a outra. Nesse quadro em que cada peça vai caindo uma após a outra, num efeito dominó cujas bifurcações desconhecemos, conseguimos, quando muito, ver a pintura que se desenha na vida do outro, mas dificilmente conseguimos ver a nossa própria.

Quando as coisas são boas e queremos muito viver seus resultados, chega a ser pálida nossa vontade de saber se destino ou escolha são os responsáveis por nossa felicidade. A maior dificuldade existe para enxergar essa diferença quando as ocorrências estão bem distantes de motivos de felicidade. Quando estamos parados num sinal vermelho e o carro imediatamente atrás acerta a traseira do nosso carro, foi o destino quem providenciou o nosso prejuízo material e de tempo, ou a escolha da rua, do caminho tem parte nisso?

Sem entrar no infindável elenco das coisas que não nos fazem bem ou felizes, podemos sem querer e, por medo, culpar o destino. Quando nossas atitudes não nos ajudam muito na construção de uma realidade diferente da que estamos experimentando, temos a tendência de não enxergar que o conjunto de “peças” que caiu por último começou a cair por conta de uma ação nossa. Por outro lado, pessoas com tendências ao masoquismo ou que habitualmente são muito cobradas e aceitam tanto a autocobrança excessiva, quanto a cobrança externa excessiva, podem vir a assumir responsabilidades por situações que, de verdade, aconteceriam com ou sem sua interferência!

É preciso equilibrar o pensamento e os sentimentos e procurar na medida do possível ir minimizando a reatividade diante dos acontecimentos. Ser capaz de aceitar que algo ruim aconteceu e não piorar as situações, com pensamentos negativos ou posturas maniqueístas e autodestrutivas, pode ser o início de um crescimento real, capaz de nos conduzir por um caminho construtivo e de uma vida repleta de bem-estar, mesmo quando as condições são bastante adversas. Não se trata de adotar uma postura simplista ou que evite a realidade de fatos e acontecimentos difíceis e dolorosos. Trata-se de não reagir aos estímulos de maneira negativa. Trata-se de dar entre o fato e a sua capacidade de sentir um espaço onde se cria uma escolha: a escolha de como agir diante do “desafio” e não a pura e simples reação de quem está sendo desafiado por um momento de inquietação e dificuldade.

Percorrer esse caminho é algo que não precisa ser feito sozinho. Há processos terapêuticos que ajudam nesse crescimento, processos de cuidados com a energia da alma, da mente, da psique e do corpo, que nos permitem visitar janelas cada vez mais interessantes de autoconhecimento e crescimento individual. É uma escolha muito pessoal o caminho a seguir, cada um de nós se identifica com uma dessas ferramentas ao longo de seu caminhar e vai usá-las também de maneira única. Experimente, vale a pena conhecer técnicas de meditação, biodanza, terapia com cristais, terapia de constelação familiar, Acutonics (acupuntura não invasiva), Coaching e tantas outras que podem ser de grande suporte na construção de uma vida mais feliz e saudável. Lembre-se sempre de que o mais importante não é discernir se “destino” ou “escolha” estão diante de você, e sim saber que você é e será sempre capaz de viver bem e ser feliz em qualquer das circunstâncias.

 

 

Saiba mais em:

Constelação Familiar, Cristais, Acutonics:  http://simonerabello3.wix.com/simonerabello

Coaching:  http://folharj.com.br/2015/11/09/qual-diferenca-entre-coaching-e-terapia/

Sobre Biodanza: http://folharj.com.br/2015/10/08/dancando-felicidade/

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